{"id":1698,"date":"2026-08-08T20:39:46","date_gmt":"2026-08-08T23:39:46","guid":{"rendered":"https:\/\/g100.com.br\/?p=1698"},"modified":"2026-08-10T20:57:32","modified_gmt":"2026-08-10T23:57:32","slug":"alem-dos-estereotipos-pais-acompanhantes-contam-como-a-profissao-transformou-a-vida-de-suas-familias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/2026\/08\/08\/alem-dos-estereotipos-pais-acompanhantes-contam-como-a-profissao-transformou-a-vida-de-suas-familias\/","title":{"rendered":"Al\u00e9m dos estere\u00f3tipos: pais acompanhantes contam como a profiss\u00e3o transformou a vida de suas fam\u00edlias"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">No Dia dos Pais, profissionais da Fatal Model falam sobre preconceito, independ\u00eancia financeira e o desejo de oferecer novas oportunidades aos filhos<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando decidiu trabalhar como acompanhante, Alef Costa, de 32 anos, sabia que enfrentaria d\u00favidas, inseguran\u00e7as e o julgamento de outras pessoas. Natural do Maranh\u00e3o, ele conta que sua trajet\u00f3ria nunca foi marcada por caminhos f\u00e1ceis, mas que a responsabilidade de ser pai se tornou uma das principais motiva\u00e7\u00f5es para continuar buscando uma vida melhor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o tempo, Alef percebeu que a atividade exigia muito mais do que apar\u00eancia. Para ele, empatia, intelig\u00eancia emocional, discri\u00e7\u00e3o, respeito e profissionalismo s\u00e3o caracter\u00edsticas essenciais para quem trabalha na \u00e1rea. \u201cAprendi a ouvir, a compreender diferentes hist\u00f3rias e a lidar com pessoas de todas as origens e realidades. Muitos encontros foram marcados por conversas, acolhimento e respeito. Muitas vezes, a verdadeira companhia vai muito al\u00e9m da presen\u00e7a f\u00edsica\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A profiss\u00e3o tamb\u00e9m permitiu que Alef conquistasse independ\u00eancia financeira e oferecesse mais qualidade de vida ao filho. Apesar dos preconceitos enfrentados ao longo do caminho, ele diz que aprendeu a n\u00e3o permitir que a opini\u00e3o de outras pessoas definisse sua identidade. \u201cSer acompanhante \u00e9 apenas um cap\u00edtulo da minha hist\u00f3ria, n\u00e3o o livro inteiro. Sou pai, filho, amigo e uma pessoa que continua sonhando, aprendendo e evoluindo. Ser pai sempre foi a maior responsabilidade e o maior motivo para eu buscar uma vida melhor\u201d, conta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alef tamb\u00e9m destaca o papel da Fatal Model em sua trajet\u00f3ria profissional. Segundo ele, a plataforma contribuiu para que encontrasse oportunidades de trabalho, conquistasse autonomia e pudesse proporcionar melhores condi\u00e7\u00f5es ao filho. \u201cSou grato por tudo o que vivi e aprendi. A Fatal teve um papel importante nessa caminhada, porque me deu oportunidades de crescimento, independ\u00eancia financeira e a possibilidade de proporcionar mais qualidade de vida ao meu filho\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Seguran\u00e7a e profissionaliza\u00e7\u00e3o<\/strong><br>Para Weverton Fernandes, de 35 anos, pai de tr\u00eas filhos, a rela\u00e7\u00e3o com a Fatal Model come\u00e7ou ainda no in\u00edcio da carreira como acompanhante. Morador de Campinas, ele come\u00e7ou a atuar profissionalmente em Maring\u00e1 e relata que, na \u00e9poca, encontrou poucas refer\u00eancias ou espa\u00e7os seguros voltados para homens que desejavam trabalhar na \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao pesquisar formas de divulga\u00e7\u00e3o e capta\u00e7\u00e3o de clientes, Weverton encontrou a plataforma. Segundo ele, o site trouxe mais seguran\u00e7a e autonomia para organizar os atendimentos, conversar previamente com os clientes e estabelecer os pr\u00f3prios limites. \u201cA Fatal Model foi a primeira op\u00e7\u00e3o que apareceu quando comecei a pesquisar como me anunciar e captar clientes. Desde ent\u00e3o, tornou-se uma rela\u00e7\u00e3o duradoura. Eu recomendo a plataforma porque ela permite que o profissional se anuncie, converse com as pessoas e combine os atendimentos com mais seguran\u00e7a\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Weverton afirma que sempre encarou a atividade como uma profiss\u00e3o e que o principal objetivo era oferecer uma condi\u00e7\u00e3o de vida melhor para a fam\u00edlia. \u201cEu nunca transformei o trabalho em algo f\u00fatil. Sempre entendi que estava fazendo aquilo porque queria proporcionar o melhor para os meus filhos. Por meio da profiss\u00e3o, consegui viver bem, ter uma casa confort\u00e1vel e conquistar meus bens\u201d, relata.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pai de tr\u00eas meninos, de 16, 9 e 3 anos, Weverton diz que conversa sobre o pr\u00f3prio trabalho de maneira compat\u00edvel com a idade de cada filho. Para ele, tratar o assunto com naturalidade ajuda a reduzir preconceitos e evita que a profiss\u00e3o seja encarada como um segredo dentro de casa. \u201cTodos sabem com o que eu trabalho. \u00c9 claro que n\u00e3o entro em detalhes e respeito a idade de cada um, mas n\u00e3o existe receio de conversar sobre o assunto. Percebo que, para eles, isso \u00e9 tratado de maneira muito mais natural\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Paternidade como motiva\u00e7\u00e3o<\/strong><br>Embora tenham hist\u00f3rias diferentes, Alef e Weverton compartilham uma percep\u00e7\u00e3o semelhante: ser pai ampliou o sentido de responsabilidade e se tornou uma motiva\u00e7\u00e3o para buscar estabilidade, crescimento profissional e melhores oportunidades para os filhos. As experi\u00eancias dos dois tamb\u00e9m ajudam a mostrar que acompanhantes podem ter rotinas, fam\u00edlias, objetivos e responsabilidades semelhantes \u00e0s de trabalhadores de qualquer outro setor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Weverton, o reconhecimento profissional tamb\u00e9m ajudou a transformar a forma como familiares e pessoas pr\u00f3ximas enxergavam sua escolha. \u201cNo in\u00edcio, senti preconceito, porque ainda existe muito tabu. Quando voc\u00ea assume a profiss\u00e3o, algumas pessoas zombam ou discriminam. Com o tempo, quando consegui crescer e me tornar uma refer\u00eancia no mercado, passei a ser mais respeitado\u201d, conta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de trabalhar como acompanhante, Weverton procura orientar outros homens interessados em ingressar na profiss\u00e3o. Segundo ele, a falta de informa\u00e7\u00e3o e de refer\u00eancias masculinas torna o in\u00edcio da atividade mais dif\u00edcil. \u201cPara o homem, \u00e9 muito dif\u00edcil entrar nesse mercado porque quase n\u00e3o existem pessoas explicando os primeiros passos, os cuidados e os limites necess\u00e1rios. Eu quis me tornar uma refer\u00eancia tamb\u00e9m para ajudar outros profissionais a come\u00e7arem de uma maneira mais consciente\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste Dia dos Pais, as hist\u00f3rias de Alef e Weverton colocam em evid\u00eancia uma dimens\u00e3o pouco discutida sobre o trabalho de acompanhantes: a de homens que tamb\u00e9m s\u00e3o respons\u00e1veis por educar, proteger e oferecer estrutura aos filhos. Mais do que falar sobre uma profiss\u00e3o ainda cercada por estigmas, os relatos mostram duas trajet\u00f3rias marcadas por trabalho, responsabilidade e pelo desejo de construir um futuro melhor para suas fam\u00edlias.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Dia dos Pais, profissionais da Fatal Model falam sobre preconceito, independ\u00eancia financeira e o desejo de oferecer novas oportunidades<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1699,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1698","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1698","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1698"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1698\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1700,"href":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1698\/revisions\/1700"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1699"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1698"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1698"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/g100.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1698"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}